girando na umbanda-umbanda - exú-caboclos-boiadeiros-pontos | cantigas de umbanda
Agradeço todas as dificuldades que enfrentei; não fosse por elas, eu não teria saído do lugar. As facilidades nos impedem de caminhar. Mesmo as críticas nos auxiliam muito.(chico xavier

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

A Umbanda sob a visão da Espiritualidade

A Umbanda sob a visão da Espiritualidade





Ramatis: Evidentemente, sabeis que não há separatividade nem competição entre os Espíritos benfeitores, responsáveis pela espiritualização da humanidade. As dissensões sectaristas, críticas comuns entre adeptos espiritualistas, discussões estéreis e os conflitos religiosos, são frutos da ignorância, inquietude e instabilidade espiritual dos encarnados. Os Mentores Espirituais não se preocupam com a ascendência do Protestantismo sobre o Catolicismo, do Espiritismo sobre a Umbanda, dos Teosofistas sobre os Espíritas, mas lhes interessa desenvolver nos homens o Amor que salva e o Bem que edifica!
Os primeiros bruxuleios de consciência espiritual liquidam as nossas tolas criticas contra os nossos irmãos de outras seitas. Em primeiro lugar, verificamos que não existe qualquer “equívoco” na criação de Deus e, secundariamente, já não temos absoluta certeza de que cultuamos a “melhor” Verdade! Ademais, todas as coisas são exercidas e conhecidas no tempo certo do grau de maturidade espiritual de cada ser, porque o Espírito de Deus permanece inalterável no seio das criaturas e as oriente sempre para objetivos superiores. As lições que o homem recebe continuamente, acima do seu próprio grau espiritual, significam a “nova posição evolutiva”, que ele depois deverá assumir, quando terminar a sua experiência religiosa em curso.
Obviamente, os Mentores Espirituais consideram o movimento de Umbanda uma seqüência ou aspiração religiosa muitíssimo natural e destinada a atender uma fase da graduação espiritual do homem. A Administração Sideral não pretende impor ao Universo uma religião ou doutrina exclusivista, porém, no esquema divino da vida do Espírito eterno, só existe um objetivo irredutível e definitivo – a Amor!
Em conseqüência, ser católico, espírita, protestante, umbandista, teosofista, muçulmano, budista, israelita, hinduísta, iogue, rosacruciano, krisnamurtiano, esoterista ou ateu, não passa de uma experiência transitória em determinada época do curso ascensional do Espírito eterno! As polemicas, os conflitos religiosos e doutrinários do mundo, não passam de verdadeira estultícia e ilusão, pois só a ignorância do homem pode levá-lo a combater aquilo que ele “já foi” ou que ainda “há de ser”! É tão desairoso para o católico combater o protestante, ou o espírita combater o umbandista, como em sentido inverso, pois os homens devem auxiliar-se mutuamente no próprio culto religioso, embora respeitem-se na preferência alheia, segundo o seu grau de entendimento espiritual.

segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Palavras muito usadas na umbanda

ÀÀBÒ - metade
ÀÀFIN - Palácio, residência de um rei (Oba)
ÀÁKÉ - machado
ÀÀRÈ - doença, fadiga, cansaço
ÀÀYÈ - vida
ABA - escada de mão
ABÁNIGBÈRO - conselheiro, aquele que aconselha, um sábio mais velho
ÀÀJÀ – Sineta de metal composta de uma, duas ou mais campainhas utilizadas por pais-no-santo para incentivar o transe. Também chamado de : ADJARIN ou ADJÁ.
ABAÇÁ ou ABASSÁ – Templo, tenda, terreiro de Umbanda, barracão.
ABACÊ – Cozinheira que prepara as comidas de Santo, no culto Gegê
ABADÁ – É o nome dado a uma túnica larga e de mangas compridas, usada nos terreiros pelos homens.
ABADÔ – Milho torrado
ABALÁ – Comida muito semelhante ao acarajé.
ABAÔ – Quer dizer um iniciando do sexo masculino, desenvolvendo-se mediunicamente no terreiro de Umbanda
ABARÁ – Comida dos pretos africanos como seja bolo de feijão, que vem enrolando em folha de bananeira.
ABABÁ- é uma tribo tupi-guarani que morava nas cabeceiras do rio Corumbiara, no Mato Grosso.
ABAETÊ- (ou Abaeté) significa "pessoa boa, honrada, de palavra". A Lagoa de Abaeté, na Bahia, é um dos pontos turísticos mais famosos do Brasil

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Um alerta para mim e para os dirigentes

Por diversas razões nunca me preocupei em querer aumentar a corrente de Umbanda que dirijo. Por outras diversas razões a corrente
cresceu. Mas, por nunca me preocupar em crescer hoje me deparei com algumas razões muito mais relevantes que não tinha me dado conta no passado, e que agora vejo como um grande alerta a mim e a todos os dirigentes.
Podemos observar buscas frenéticas para atrair fiéis e mais fiéis, diversas religiões têm dedicado muito esforço, tempo e dinheiro na tentativa de aumentar seu rebanho, ou impedir que o rebanho seja drenado para outras denominações de fé.
Esta busca incessante de atrair mais fiéis faz com que alguns sacerdotes afirmem em entrevistas que suas religiões precisam mudar, precisam se adaptar as novas tendências, aos novos anseios, que é preciso “falar o que o povo fala, dar o que o povo quer”.
Logicamente a religião é um ato humano, portanto um conjunto de ações e doutrinas de um determinado momento histórico, portanto é fundamental que toda religião seja autocrítica e promova em seu interior revisões constantes, reflexões demoradas e difíceis sobre todo seu conjunto de entendimentos. É preciso que toda religião ouça o que a sociedade diz, enxergue o que a sociedade faz e vive.
Mas, a grande questão não está na constante revisão, adaptação de textos, e sim no foco que esta revisão deva se dar. Enquanto uns querem revisar para atrair mais pessoas, outros querem revisar para ficarem mais perto da verdade divina.

domingo, 22 de setembro de 2013

livro sobre umbanda

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quarta-feira, 22 de maio de 2013

Povo de santo faz a Câmara lhe ouvir

Ebomi Nice da Casa Branca exige do vereador Marcell Moraes retirada de projeto polêmico. Foto: Fernando Amorim
Essa é uma imagem que mostra como elas realmente podem substituir um texto longo. O registro é do  repórter fotográfico de A TARDE, Fernando Amorim, sobre a batalha do povo de santo contra a tentativa do vereador Marcell Moraes (PV) de legislar sobre seus ritos religiosos.
O vereador apresentou um projeto de lei  querendo proibir oferenda de animais em cultos religiosos.  O projeto foi construído sem referência, discussão ou qualquer outro tipo de cuidado.
Espanta que, 37 anos após o governador Roberto Santos ter assinado um decreto reconhecendo que o Estado não podia tratar o Candomblé como caso de polícia, um vereador que diz defender a vanguarda, ou seja, a defesa dos direitos animais, não entenda conceitos constitucionais básicos como liberdade de crença, laicidade do Estado e respeito a quem pensa diferente.
Mas espantoso ainda é um membro da casa legislativa da capital do Estado imaginar que pode resolver com uma caneta princípios litúrgicos de uma religião milenar e que se confunde com a própria história e cultura da Bahia.
Hoje o projeto foi devidamente derrotado pelo voto de 29 vereadores. Amanhã posto aqui matéria de Meire Oliveira com os detalhes do último round da batalha
.http://mundoafro.atarde.uol.com.br/?tag=povo-de-santo